Em resposta à todos os gambás fedorentos que deixam comentários bem ao nível que lhes é peculiar, em nossas postagens. Gambás, chupem !
A Academia de outrora hoje reside, infelizmente, apenas na memória, como o que um dia para o futebol foi alicerce e história.
O passado que traz orgulho deve ser bem lembrado e certamente respeitado. Um 8 a 0 que nunca mais foi conquistado será sim reverenciado, assim como a frequente hegemonia verde no dérbi paulistano.
O algoz despeitado não se orgulha tanto de seu passado. Não tem por quê, ora bolas, coitado...
O rival, velho freguês, menciona glórias, tantas inglórias, escandalosas, duvidosas...
A cartola verde não é influente como a preta e branca.
Muito mais agora, a cartola da "massa" apita forte, estridente como um gavião, viaja o mundo, impõe, tem poder que vai de São Bernardo até a capital federal, capaz de ganhar de bandeja um estádio para abrir a Copa, obra monumental.
O influente apito está presente para aquele que vê, tem olhos e é são.
Para os malfadados mamíferos malcheirosos, rabudos e indesejados, é fase áurea... De gritar é campeão? Se depender de Tolima, devagar com o andor, com certeza não.
O Santo Graal da América nunca pisou solo de Itaquera, deveras, competência para isso não há e o apito daqui não soa tão bem por lá !
Em 2000 o encontro entre amigos, daqui e de além mar, pelada de churrasco, sem critério nem lastro, levou nome de mundial. O amigo estrangeiro, FIFA, alegrou a patuleia da Radial. Campeão Mundial que não ganhou torneio continental? Piada de final de século, de mal gosto, sem graça e sem moral.